

Os policiais militares adidos, ou seja, “emprestados” pela PM a unidades da Polícia Civil, como a Delegacia de Combate às Drogas (Dcod) e a Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Drae), caíram na teia de monitoramentos telefônicos da PF a partir da troca de mensagens SMS — torpedos de celular — com os traficantes de drogas Antônio Bonfim Lopes, o Nem, chefe do tráfico de drogas na Favela da Rocinha, em São Conrado, e Rogério Rios Mosqueira, o Roupinol, que era chefe do tráfico no São Carlos, morro do Estácio, e morreu em confronto.
Segundo o relatório de investigação da PF, os inspetores da Polícia Civil Leonardo da Silva Torres, o Trovão; Flávio de Brito Meister, o Master; e Jorge do Prado Ramos, o Steve; e o cabo PM Aldo Leonardo Premoli Ferrari, o Léo Ferrari, ex-integrantes de unidades operacionais especializadas, vendiam informações sobre a movimentação da polícia e negociavam armas apreendidas em operações.
Nenhum comentário:
Postar um comentário